Vinte e seis de maio de dois mil e vinte e cinco.
Oi Filho,
Quase todos os dias, quando chego do trabalho, acontece um dos momentos do dia que eu mais gosto: estou chegando de carro e entrando na garagem, você para o que estiver fazendo, seja, brincando, assistindo, comendo ou qualquer outra coisa e vai até a porta me receber. Quase sempre é com um grito de guerra no melhor estilho torcida organizada, com dancinha e tudo, tipo "Papai, papai, papai!".
Mesmo geralmente cansado, é um momento em que me sinto muito prestigiado e privilegiado. É a prova de que o que mais importa está, de fato, no fim do dia, que é estar em família.
Te amo muito,
Pai.
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