quinta-feira, 29 de maio de 2025

Carta sobre o dia das mães IV

 Vinte e nove de maio de dois mil e vinte e cinco.


Oi filho,

Hoje vim lhe escrever para contar como foi o dia das mães desse ano. 

A preparação do dia das mães nesse ano começou cedo, com a ideia de produzir um presente com as próprias mãos. 

Em um final de semana em que a mamãe estava trabalhando e nós estávamos em casa, umas duas semanas antes do dia das mães, tive a ideia de usarmos uma tela que você havia ganho de sua amiga da escolinha, a Lívia, em seu aniversário de três anos, mas ainda não tinha usado, pra pintar algo para a mamãe. Então, preparamos tudo, você fez um desenho dela de lápis na tela, eu contornei de tinta preta e depois você pintou. Ficou muito colorido e bonito e a mamãe adorou. A tela está na prateleira da sala de baixo, decorando a nossa casa. 

Na semana do dia das mães, enquanto a mamãe foi na academia, nós saímos para comprar o presente dela. Ela queria um tênis preto de treino, então saímos pelo bairro, à procura, passamos em três lojas mas não achamos. Por isso, fomos ao shopping. Também fomos a três lojas até encontrar na quarta o tênis que ela queria. Foi legal porque deu pra passear de carrinho, que você gosta bastante e também comer um lanchinho no Mc Donald.

No dia das mães fizemos o tradicional café da manhã, fomos até o mercado e compramos algumas delícias para comer juntos. Depois, almoçamos na casa da vovó Cida e a tarde passeamos no parquinho para aproveitar o resto do domingo. Foi um dia tranquilo e feliz e família, como deve ser.

Na escolinha a homenagem também foi bem bonita, você cantou muito bem e fez as coreografias, a mamãe gostou muito.

Te amo muito,

Pai. 
















segunda-feira, 26 de maio de 2025

Bilhete sobre a chegada em casa depois do trabalho

Vinte e seis de maio de dois mil e vinte e cinco.

Oi Filho,

Quase todos os dias, quando chego do trabalho, acontece um dos momentos do dia que eu mais gosto: estou chegando de carro e entrando na garagem, você para o que estiver fazendo, seja, brincando, assistindo, comendo ou qualquer outra coisa e vai até a porta me receber. Quase sempre é com um grito de guerra no melhor estilho torcida organizada, com dancinha e tudo, tipo "Papai, papai, papai!". 

Mesmo geralmente cansado, é um momento em que me sinto muito prestigiado e privilegiado. É a prova de que o que mais importa está, de fato, no fim do dia, que é estar em família.

Te amo muito,

Pai. 

Carta sobre o desfralde

 Vinte e seis de maio de dois mil e vinte e cinco.


Oi filho, desde o início do ano passado você já não usa mais fraldas durante o dia, aliás, outro dia a mamãe me lembrou da primeira vez que você pediu pra fazer cocô fora de casa, foi numa saída, em janeiro de 2024 na farmácia. Quem usa o banheiro da farmácia? Foi algo que rimos por um tempo e ainda damos boas risadas quando lembramos. 

Neste ano estamos na luta de você parar de usar fraldas a noite. Tem vezes que passa mais de uma semana sem xixi na fralda, daí tentamos tirar, passam alguns dias bons e acaba escapando durante a noite. É uma fase normal, que estamos tentando vencer, acho que logo conseguiremos.

Te amo muito,

Pai. 

Carta sobre aprender a nadar

 Vinte e seis de maio de dois mil e vinte e cinco.


Oi filho, 

Como de costume, neste verão, nós viajamos para a praia, frequentamos a piscina do clube a casa da praia. Foi um ótimo verão, deu pra aproveitar muito! 

Das coisas diferentes que aconteceram, acho que a mais legal é que você praticamente aprendeu a nadar. Digo praticamente porque ainda deixamos você com o colete de segurança, mas, você consegue mantar a cabeça fora da água por um tempo mesmo sem colete e - essa é a parte mais legal - nada bastante mergulhando.

É muito legal acompanhar você aprendendo e se desenvolvendo, o orgulho só aumenta, mesmo que saibamos que estamos nos despedindo aos poucos a cada aprendizado seu. 

Acho que no próximo verão vai conseguir nadar até sem colete, volto daqui há um ano pra te falar. 
Te amo muito,

Pai.